sábado, 21 de fevereiro de 2015

COMUNICAÇÕES APROVADAS




GRUPOS DE TRABALHO – COMUNICAÇÕES APROVADAS


1. GT - MITO IMAGEM E CENA - EXPERIÊNCIAS E REFLEXÕES AFRO CONTEMPORÂNEAS

Primeira sessão- 31/03

Mas o que é, afinal, um negro? E, para começar de que cor é?: A Evolução da imagem do
negro no teatro francês do século XX
Fernanda Vieira Fernandes

Grito negro em cena: Memória, corpo e palavra
Elton Mendes Francelino

Anjo Negro em terra de brancos
Verônica Fabrini

Corpos negros, mestiços e políticos na Performance Jazzística
Graciele Galdino

Memória, imagem e dança – leituras em reverberações
Rosana Baptistella

Imaginários sobre o axé no teatro brasileiro
Tatiana Henrique Silva

Teatros e rituais: contribuições do estudo sobre a performance pública do candomblé para o pensar e fazer teatral
Thiago Miguel Sabino

Mitopoética da umbanda no sincretismo da cena
Daniel Santos Costa

Segunda sessão-01/04

Elementos do Batuque como propulsores do estado performático.
Marcos Vinícius Caye Lara

E firmei meu ponto sim, no meio da mata sim, salve a coroa de Rei Malunguinho: estudo da dança dos mestres da Jurema
Renata Rocha Ferraz

Performance e dança de orixá: em busca dos princípios que regem o corpo em arte
Tatiana Barrios Vinadé

A Memória Física de Nanã- Renascença
Dayane Jennings (Day Suqui)
Mauro Faria

Agô – Iyabás pedem passagem. A representação da divindade feminina no espetáculo do Afoxé Oju Omim Omorewá
Daniela Beny

Iemanjá, Nanã e Oxum: A presença dos três mitos guias no processo Mitodológico do espetáculo Cara da Mãe
Janaína Gomes Silva

Em águas abundantes: as diferentes escrituras do corpo cênico a partir das matrizes corporais das danças Kayaia
Franciane "Kanzelumuka" Salgado de Paula

Kubana Njila diá Angola. Travessias do Ator-sacrário por entre as Divindades Angolanas
Chrystiane Madeira


2.     GT - O CORPO NA CAPOEIRA

Primeira Sessão-31/03

Dikeledi e as Voltas que o Mundo dá
Jordana Dolores Peixoto

O corpo que joga: diálogos, conflitos e tensões na construção da performance do capoeirista
Tais de Almeida Costa

Corpos livres para uma dança sem fronteiras
Jadiel Ferreira dos Santos

Artimanhas do floreio da Capoeira
Livia de Paula Machado Pasqua
Marco Antonio Coelho Bortoleto

A performance da capoeira mundializada
João Luiz Uchoa

A roda de capoeira como elemento vivo de comunicação, interação e aprendizagem sócio-cultural
José Luiz Cirqueira Falcão
Fernando José da Silva Alvim

Relato de experiência: capoeira angola e preparação corporal de grupos artísticos
Pedro Peu

Segunda sessão- 01/04
           
No break da mandinga
Patrícia Ferreira da Silva
Johnathans Silva Paiva
Renata de Lima Silva

Capoeira Angola e pensamento complexo
Maira Bruce Valença
Rita Ribeiro Voss

Capoeira à meia noite
Orunmilá Aragão

Autonomia e expressão na capoeira e dança
Marcela Aragão

Estudos técnico-poético em dança e capoeira
Gabriela Santos Cavalcante Santana

Traços e Trajetos da Capoeira e Dança em Recife/PE
Bruna Mascaro Seabra De Melo

A presença do corpo na roda de capoeira
Sálvio Fernandes de Melo


3.     GT - A EXPERIÊNCIA NEGRA NO TEATRO BRASILEIRO

Primeira sessão-31/03

Vestígios de negritude no teatro nacional. Caminhos da cena afro-brasileira.
Cristiane Sobral

Da matriz ao motriz: a política do corpo negro no espetáculo “negro de estimação”.
Kleber Lourenço

O texto do negro ou o negro no texto: O teatro negro como fonte de memória e identidade afro-descendente
Emerson de Paula Silva

Etnografia das expressões culturais afro-brasileiras: aproximações e contradições na experiência da pesquisa em Artes Cênicas.
Stênio José Paulino Soares

Negritude: territórios, ambivalências e dispositivos em poéticas cênicas
Adriana Patrícia dos Santos [Drica Santos]

Corporeidade que se desloca: tensão e conflito num corpo diásporico, uma análise da experiência de Grande Otelo no teatro brasileiro.
Deise Santos de Brito

A dramaturgia da dança dos orixás de Augusto Omolú: memória, arte e trajetória.
Julianna Rosa de Souza

Segunda sessão 01/04

A representação do Teatro Negro em livros de Artes para o Ensino Médio
Mônica Medeiros Ribeiro
Rosana Machado Souza

Negrificar: o teatro na escola através da vivência com a temática racial.  
Camila Bonifácio Santos de Jesus

Bando de Teatro Olodum: uma companhia de presença e discurso negros difusora da cultura afrodiaspórica.
Régia Mabel da Silva Freitas

 Os folguedos: uma inspiração às artes cênicas
Osvaldice Conceição

As teatralidades africanas para um ator em estado de coma.
Roman Lopes

O real e o mitológico na encenação negra contemporânea  - narrando a concepção de sete ventos.
Débora Almeida

Palhaços da Cara Preta.
Andre Paula Bueno

           
4.     GT - PEDAGOGIA E AFRICANIDADES

Primeira sessão-31/03

Educação, Diversidade e Relações Humanas: partilha de experiências pedagógicas
Andréia Fernandes de Oliveira

O papel do racismo na construção do Egito branco
Juliana Aparecida  de Souza Guilherme

História de Princesas
Cibele Mateus

O Quilombo Ivaporunduva a partir do enunciado de suas crianças: participação infantil no cotidiano da vida em comunidade
Viviane Marinho Luiz

Reflexões acerca do processo educativo da comunidade quilombolas de Carrapatos da Tabatinga: o papel da oralidade na constituição do “ser quilombola”
Agda Mariano F.Monteiro
José Eustáquio de Brito


Dança e Educação: estudo sobre as contribuições das danças regionais brasileiras de origem negra na construção da autoestima das crianças de periferia de Campinas.
Carlos Alberto Vieira Soares

Segunda sessão-01/04

A representação do candomblé na arte afro brasileira
Maria Aparecida Oliveira Lopes

Liderança feminina no Candomblé e no Maracatu e Educação
Gilvânia Santos Silva

Capoeira me chama e eu vou atender: duas experiências da capoeira nas aulas de educação física no ensino médio
Ronaldo Reis

Educação e Diversidade:  o que os olhos não veem o coração não sente
Telma Martins

A estética do empoderamento: o reencontro do corpo com suas origens
Mirian Rosa Dos Santos

Enunciações Poéticas de Arte Africana Contemporânea
Celia Maria Antonacci Ramos


5.     GT - DANÇA E DIÁSPORA NEGRA

Primeira sessão-31/03

Yabacia
Beatriz Aranha Coelho (Demonstração de Processo)

A dança da indignação
Cia Sansacroma (Demonstração de Processo)

“Vamos sambar de pareia, a menina sapateia”: o samba de pareia e possibilidades de composição em dança.
Edeise Gomes Cardoso Santos (Comunicação Oral)

Navios
Marina Souza Lobo Guzzo (Demonstração de Processo)

Danzas afrocontemporaneas en Bogotá (Colombia): exploración sobre la   gestión y procesos de  formación.
Aidaluz Sánchez Arismendi (Comunicação Oral)   

A DANÇA NEGRA de MAMIWATA em deslocamento.
Denise Mancebo Zenicola (Comunicação Oral)      


Segunda sessão-01/04

Encruzilhada
Grupo Fragmento Urbano (Demonstração de Processo)

Escritos analítico criativos sobre a dança contemporânea encontrada em Maputo no inverno, primavera e verão de 2013 durante trabalho de campo etnográfico desta prática artística.
Marília C. Gomes Carneiro (Comunicação Oral)

Desmanchando no pinicado da viola: potências do samba de roda da Bahia
Eloisa Domenici (Demonstração de Processo)

Com o abébé: uma metodologia de pesquisa, ensino e composição em dança afro- contemporânea.
Mônica da Costa (Demonstração de Processo)

Transatlântica: de como Salvador me atravessa
Teresa Fabião (Demonstração de Processo)


6.  GT - LITERARIEDADES SÔNICAS E PERFORMÁTICAS DE CULTURAS EM DIÁSPORA

Primeira sessão-31/03

A Arte da Memória negra Sobre Palmares: a prática cultural Quilombo sob uma perspectiva decolonial (Alagoas, século XIX)
Danilo Luiz Marques

Memórias da escravidão através dos cantos de tradição
Luciano Mendes de Jesus

ZAMBIAPUNGA: Educação, Memória e Identidade
Núbia Restini

Corpo-Tambor: corporalidade negra no Reinado Mineiro
Mariana Emiliano Simões

Música de combate ao racismo: afoxés em Pernambuco
Martha Rosa Figueira Queiroz

Os movimentos do Estrela
Laís Salgueiro Garcez

[I]materialidades do sagrado: marimba e devoção
Giovanni Cirino

Segunda sessão-01/04

Imagens, narrativas e saberes em culturas audiovisuais: o mundo oral em cinemas afrodiaspóricos contemporâneos
Liliane Pereira Braga

AFRO-CONTOS, um trajeto afro diásporico
Toni Edson

Dois narradores brasileiros e suas performances em diálogo com a palavra africana
Juliana Ferreira Machado

Sonoridades, ritmos e performances em territórios negros de Florianópolis/SC
Karla Leandro Rascke

As Sonoridades das Danças no Atlântico Negro
Gil Amancio

Fela Kuti: contracultura e música popular africana
Rosa Aparecida do Couto Silva

Rap: a diáspora negra do asfalto
Joelma de Sales dos Santos


7.     GT - IMAGENS EM MOVIMENTO, NARRATIVAS E PERFORMANCES NEGRAS

Primeira sessão 31/03

Nyau: Máscaras, Dança e a Catalogação Imagética da Arte Africana como Identidade e Resistência
Antonio Alone Maia  

A presença brasileira no cinema afrocubano de Gloria Rolando
Thiago Florêncio

“Retalhos”. Memórias afetivas e históricas dos/as moradores/as do Bairro Saramandaia.
Lúcio Vinícius Lima
Ivanilda Amado Cardoso

Websérie Raiz Forte
Charlene Bicalho

Os recursos cinematográficos no conto “Quando o Malandro Vacila”, de Márcio Barbosa
Fausto Antonio

Touki Bouki: Novas Performances do Corpo Negro no Cinema Africano
Janaína Oliveira

Segunda sessão 01/04

Expressão artística e experiência social: a construção da pessoa negra como artista São Paulo (1948 – 1960).
Alexandre Araújo Bispo

Do "Tributo à Martin Luther King" à "Rodésia" – reflexões sobre discursos de luta e performance de artistas negros da música popular no Brasil.
Luiz Fernando Costa de Andrade

“Traços de Êxtase”: a fotografia e a revolução de Rotimi Fany-Kayodé.
Janaína Damaceno

Performance Negra: imagem e identidade, análise de ações da III mostra de Performance da Escola de Belas Artes da UFBA
Ricardo Barreto Biriba

Irradiações Ancestrais: A Produção de Presença do Performer Negro em duas Experiências Audiovisuais
Lau Santos

Contraluz: a trajetória de fotógrafos e fotógrafas negras em memória e valorização da cultura afro-brasileira.
Vilma Neres Bispo


8.  GT - CONTEMPORANEIDADE E CULTURA POPULAR: ATRAVESSAMENTOS - DANÇA, ARTES E EDUCAÇÃO.

Primeira  sessão-31/03

Corponegociações: As estéticas contemporâneas da Festa do Coco dos quilombos Ipiranga e Gurugi na Paraíba
Peticia Carvalho

Os efeitos da patrimonialização na dança tradicional: o Samba de Roda e o Jongo
Rosa Claudia Lora Krstulovic
Thais Rosa Pinheiro

Maracatus e  atravessamentos  sócio, político-culturais: Reflexões contemporâneas sobre Entretenimento e Identidade - Corpo, Política e educação na construção dos grupos de maracatu do Rio de Janeiro.
Aline Valentim

A arte popular na formação do artista-cidadão: um estudo sobre os aspectos metodológicos do instituto de arte tear.
Deivison Garcia
Jacqueline Barbosa

Ler o corpo:aula de dança e percussão populares.
Camila Pereira de Souza 

Dança e Educação Patrimonial : um olhar sobre o Baile dos Guigas
Ananda Deva Assis Trivelato

Aprender o que não foi ensinado: processos educacionais no Cavalo Marinho pernambucano.
Carolina Dias Laranjeiras

Segunda sessão-01/04

O jongo como proposta pedagógica: um olhar sobre suas próprias identidades. Desafios e conquistas.
Jéssica Rangel de Castro

Jongo de rua: ressignificações contemporâneas do jongo, construção de uma identidade corporal e histórica.
Flávia Souza da Cruz

Afirmando a identidade da criança negra através do samba: Um passeio pela Escola de Samba Mirim Grêmio Recreativo Cultural  Pimpolhos da Grande Rio.
Margareth dos Anjos Santos

Música e dança afrobaiana e ensino de arte: um diálogo possível?
Edineiram Marinho Maciel

"Chegando para agregar”: Uma breve análise da cena contemporânea do Jongo na cidade do Rio de Janeiro.
Maximiano Laureano da Silva

Tira daqui e põe ali - Entre a capoeira angola e a dança afro-brasileira, entre a educação e a antropologia.
Carmem Pricila Virolino Teixeira

Cosmogania Yourubana - O universo e sua existência.
Ogã Roberto Lins



sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

INSCRIÇÕES



Para realizar sua inscrição é necessário o depósito no valor referente a sua categoria, observe as datas e os valores.


Categoria
Datas: De 01/02 até 08/03
Datas: até 15/03
Datas: até 24/03
Professor Universitário com Comunicação.
R$ 100,00
R$ 150,00
R$ 200,00
Estudante de Pós-Graduação, Mestres e Doutores com Comunicação.
R$ 50,00
R$ 80,00
R$ 100,00
Estudante de Graduação, Artista e Professor da Rede Pública com Comunicação.
R$ 30,00*
R$ 40,00
R$ 60,00
Ouvinte com Certificado.
R$ 20,00
R$ 30,00
R$ 40,00

* Aguarde o aceite de sua comunicação, até dia 28/02  para enviar o pagamento. 


Dados para depósito da taxa de Inscrição:
Banco do Brasil, Agência: 3559-9, Conta/ corrente: 49.647-2.
Fernando Marques Camargo Ferraz – Comitê Organizador/Unesp
CPF: 012.260.476-88

Ressaltamos que para a efetivacão da sua inscrição é necessário enviar o comprovante de pagamento para o email pagamentoscoloquio@hotmail.com, com o assunto “Comprovante de Inscrição”. Nesse e-mail deve constar o seu nome completo. Os  participantes com comunicação aprovada também devem efetuar o pagamento conforme sua categoria. 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

PROPOSTA DE COMUNICAÇÃO

Foram 08 os Grupos  de Trabalho (Gts) aprovados. Pesquisadores interessados em enviar comunicação para os mesmos devem fazê-lo, enviando para coloquioafrocontemporaneo@hotmail.com 

1.Título da Comunicação
2.Resumo ( máximo 15 linhas)
3.Palavras chave  
4.Mini-currículo do pesquisador 


Na proposta de comunicação deve constar o título do Gt escolhido. 


GRUPOS DE TRABALHO 


1. GT- MITO IMAGEM E CENA - EXPERIÊNCIAS E REFLEXÕES AFRO CONTEMPORÂNEAS

Entrelaçar as noções de mito e imagem no contexto das artes da cena, estudos relacionados ao imaginário, à performance, à polivalência da imaginação e suas valorações simbólicas podem ajudar a expandir os horizontes de pesquisa para além das fronteiras clássicas que separariam os estudos cênicos, antropológicos, filosóficos, psicológicos e religiosos, colaborando para perspectivas pós-disciplinares. O grupo de trabalho Mito, Imagem e Cena, em processo de atividades desde setembro de 2014 com a realização dos Encontros Arcanos e de reunião de pesquisadores no VIII Congresso da Abrace (Associação Brasileira de Pesquisa e Pós graduação em Artes Cênicas), expande agora suas margens abarcando investigações sobre mito, imagem e cena sob o recorte específico das experiências e reflexões afro contemporâneas.

Coordenação: Profa. Dra. Luciana Lyra (UNESP/UFRN)
                         Prof. Dr. Alexandre Nunes (UFG)


2. GT- O CORPO NA CAPOEIRA

O corpo na capoeira, em suas diferentes vertentes - Angola, Regional e Contemporânea, pode ser observado e discutido de diferentes perspectivas, seja a partir do olhar da dança, do teatro, da performance ou da antropologia e, ainda, de forma  interdisciplinar. A prática da capoeiragem agrega em seu fazer questões que perpassam pela simbologia, corporeidade,  teatralidade e ancestralidade, que se manifestam no corpo do capoerista a partir de sistemas de códigos agenciados pela tradição afro-brasileira e pelo constante movimento de (re)invenção das práticas populares na contemporaneidade. Com atenção ao fato da capoeira explorar a potência artística do corpo à medida que estimula o desenvolvimento de uma consciência corporal, do domínio do movimento expressivo e da capacidade do jogo, o GT – O Corpo na Capoeira, propõe o encontro de artistas, pesquisadores e capoeiristas, com intenção de discutir a expressividade do corpo na capoeira como parte constituinte do ritual da roda, aqui entendida como manifestação de arte negra e, ainda,  como um elemento potencial para o treinamento do ator e do bailarino.

Coordenação:  Profa.Dra. Renata de Lima Silva (UFG)
                          Prof. Dr. Eusébio Lobo da Silva (Unicamp)
                          Profa. Dra Daniela  Maria  Amoroso ( UFBA)




3.GT – A EXPERIÊNCIA NEGRA NO TEATRO BRASILEIRO

Pouco se tem pesquisado e discutido sobre a experiência negra nas artes cênicas do Brasil e o mundo. Este fatonão se pode dissociar do processo histórico vivido pelo homem negro, desde a época da escravização e diáspora dos africanos até os dias de hoje. Os referenciais culturais negros (bem como os indígenas) ainda tem sido pouco analisados no mundo artístico e acadêmico em suas possibilidades de contribuição, enriquecimento, desenvolvimento, visibilidade, discussões e proposições alcançadas por educadores, artistas, pesquisadores, entre outros, a partir dessa temática nas Artes  Cênicas e outras disciplinas afins.
Este GT almeja promover/desenvolver um espaço de discussão e reflexão em estudos que entrevejam a natureza emblemática da cultura negra nas Artes Cênicas e outros espaços, evidenciando principalmente o Brasil; abrangendo sua natureza de performance negra, teatro negro ou drama negro e assim, promovendo o intercâmbio entre pesquisadores e pesquisadoras que o incluem como objeto da sua experiência e pesquisa, que passa por diferentes eloqüências artísticas e acadêmicas,.
Nosso contexto de interesse suporta questões políticas, históricas, estéticas em abordagens experienciais, pedagógicas e  metodológicas.  O que contempla aspectos da presença do artista negro na história das Artes Cênicas, do negro como personagem, dançarino, performer; da temática negra na dramaturgia; formas negras nas Artes Cênicas; drama negro como Artes do Espetáculo no patrimônio cultural imaterial o aspecto político e identitário,  as proposições estéticas negras e a performance negra como pedagogia epistêmica contemporânea. São bem vindos também estudos práticos que tenham como base a experiência, investigação e proposição de ferramentas de abordagens metodológicas para inserção de conteúdos no âmbito da formação e prática do ator assim como a exploração de elementos de composição corpo-expressiva a partir de elementos da performance artística negra (cânticos, danças, práticas corporais, folguedos, narrativas míticas e pessoais).



Coordenação:  Prof. Dr. Julio Moracen Naranjo - UNIFESP
                          Profa. Dra Evani Lima - PPGAC-UFBA/CAPES

 

4.  GT- PEDAGOGIA E AFRICANIDADES

O Grupo de Trabalho Pedagogia e Africanidades visa reunir pesquisas sobre práticas educativas que dialoguem com os conhecimentos produzidos por africanos e seus descendentes no correr da história. Inclui, portanto, produções socioculturais e históricas que abrangem diferentes áreas do conhecimento e diferentes campos de pesquisa, o que justifica a obrigatoriedade de história e cultura africana e afro-brasileira no currículo escolar e em áreas de investigação e estudos no âmbito da graduação, pós-graduação, pesquisa, extensão, ação cultural e ação comunitária.
Desejamos refletir sobre as diferentes maneiras de produção dos fazeres educativos no que tange as relações raciais nas escolas e fora dela. A educação, bem como suas diversas formas de transmissão não se restringe ao ambiente escolar, estão presentes nas tradições, nas histórias e memórias inscritas pela oralidade, na musicalidade, na dança, na corporeidade, na religiosidade, tópicos estes conceituados como valores civilizatórios afro-brasileiros.Ao promover a discussão e socialização de epistemologias constituídas a partir dos valores civilizatórios afro-brasileiros instituídos através da diáspora africana no Brasil, objetivamos construir um espaço de interlocução que articule aspectos interdisciplinares e multidisciplinares que aportem pesquisas sobre a diversidade e confluência das africanidades brasileiras e como estas são parte integrante do processo pedagógico.

Coordenação: Ms. Juliana de Souza Mavoungou Yade-UFC ( doutoranda)
                         Ms. Márcia Cristina Américo – UNIMEP (doutoranda)



5. GT- DANÇA E DIÁSPORA NEGRA

O GT Dança e diáspora negra deseja reunir e compartilhar pesquisas e reflexões sobre a produção de dança nos territórios da diáspora negra ponderando sobre as estratégias de atuação e circulação dos artistas entre espaços diversos. Objetiva-se abordar percepções históricas e antropológicas sobre as estratégias de formação dos artistas da dança, seus processos de estruturação e difusão de pedagogias, a elaboração e constituição de treinamentos, e a recriação de repertórios coreográficos presentes nessas experiências seja no Brasil ou no exterior. O GT deseja agregar pesquisas preocupadas em refletir sobre os processos de hibridização, assimilação e/ou resistência cultural, ressignificações simbólicas e afirmações políticas permeadas pelos legados e devires afrodiaspóricos presentes nas práticas de dança. Propomos também agregar pesquisas interessadas em discutir os processos de produção de conhecimento em dança a partir da análise do corpo em movimento, da percepção das subjetividades impressas e os processos envolvidos na construção coreográfica.
 
As propostas para comunicação poderão ser apresentadas nos seguintes formatos: 
1 - Comunicação Oral (20 minutos).
2 -. Demonstração de Processo seguida de reflexão do artista sobre seus procedimentos de criação (25 minutos).
Formato para envio das propostas:
1.Título da Comunicação
2.Resumo ( máximo 30 linhas) 
3.Palavras chave 
4.Mini-currículo do pesquisador 
5. Foto e/ou vídeo (link youtube, vimeo, etc) no caso de Demonstração de Processo.
As propostas devem ser enviadas para o email: coloquioafrocontemporaneo@hotmail.com e devem conter no assunto o título do GT escolhido. (GT Dança e Diáspora Negra)

Coordenação: Ms. Fernando M. C. Ferraz -UNESP  (doutorando)
 
                         Ms Luciane da Silva- UNICAMP ( doutoranda)




6. LITERARIEDADES SÔNICAS E PERFORMÁTICAS DE CULTURAS EM DIÁSPORA


O objetivo do GT Literariedades sônicas e performáticas de culturas em diáspora é reunir trabalhos que versem sobre práticas culturais afrodiaspóricas detentoras de arte, de saberes e memórias negras. Concebendo expressões corporais como produtoras/transmissoras de sabedorias orais africanas e recorrendo a narrativas performáticas, rítmicas, tamboriladas, protagonizadas por povos africanos e da diáspora, a perspectiva é captar indícios de redes de comunicações entre regiões e/ou grupos de escravizados e libertos, no contínuo vir-a-ser de culturas negras. Em atenção a enredos, instrumentos e repertórios musicais; danças, gestualidades, esculturas sonoras; cantorias e versificações, imagens, máscaras e outros recursos audiovisuais de culturas em diáspora, pretende-se apreender como foram e estão sendo encenadas suas tradições, memórias e histórias vivas.
No Brasil, nação forjada na expansão europeia, suas elites reforçam poderes e status nos marcos de sua cultura letrada, valorizando modos de ser, pensar e viver, produzir/consumir bens culturais em seus códigos e imaginário iluminista. Nas “dobras” de sua ordem e progresso, pulsam outras lógicas, valores, modos de ser e comunicar permeados por matrizes de culturas orais gestadas no inter-cruzar de povos africanos, nativos, migrantes e deslocados de contínuas diásporas internas. Priorizando atenções a travessias letra, voz, imagens, sons, performances, em locais de cultura enraizados entre-lugares de gêneros orais e linguagens letradas, importam estudos voltados a pedagogias performáticas, empoderando corpos negros.
Em críticas à modernidade/colonialidade, lendo jazz, reggae, funk, rumba, zouk, compas, hip hop e outros refazeres de africanidades no Brasil, a exemplo de festas, capoeira, coco-de-roda, maracatu, candomblé, umbanda, macumba – enquanto diferença colonial –, a intenção é pensar desde reinvenções de ancestrais práticas pedagógicas voltadas a “condições de enunciação”, na contramão de discursos pedagógicos.
 
Coordenadores : Maria Antonieta Martines Antonacci (PUC/SP) 
                              Danilo Luiz Marques (Secretaria de Educação do Estado de São Paulo)
                              Liliane Pereira Braga (Secretaria Municipal de Educação de São Paulo) 



7. IMAGENS EM MOVIMENTO, NARRATIVAS E PERFORMANCES NEGRAS

As instalações de Isaac Julien, as vídeo-performances de Paulo Nazareth e Dalton Paula, o cinema de Viviane Ferreira e Zózimo Bulbul constroem narrativas, questionam lugares comuns e oferecem novas leituras da construção do corpo negro. Não domesticáveis, esses trabalhos exprimem a multiplicidade das subjetividades negras. Daí, a intenção deste GT é pensar como são acionadas essas práticas de contra-representação do corpo negro construídas por artistas visuais e audiovisuais negrxs, através de imagens em movimento, em especial, através de performances e narrativas audiovisuais e/ ou multiplataforma (cinema, vídeo, tv, videoclip, vídeo experimental, vídeo dança, webdoc, flashmob, videocast, video-arte, vídeo-instalação, etc). Nosso diálogo mais direto é com autores como bell hooks, Kobena Mercer, Stuart Hall, Manthia Diawara e Deborah Willis. Temáticas voltadas para gênero, sexualidade, territorialidade, religiosidade e as artes do corpo negro em sua dimensão audiovisual; memória e a constituição de arquivos visuais e audiovisuais da produção cênica negra; novas formas narrativas de cinemas negros africanos e afrodiaspóricos, a relação entre o griot (e/ ou o teatro) e o cinema africano e estudos de trajetórias serão bem-vindos. O espaço também estará aberto para apresentações de artistas visuais e audiovisuais que desejem falar sobre a filosofia e trajetória de seu trabalho.
O GT se estenderá por 3 encontros, das 16h às 18h30, com 4 a 5 falas diárias (pelo menos uma delas será voltada para artistas visuais ou audiovisuais que pretendam fazer um statement sobre o seu processo de trabalho). Cada pesquisador/ artista terá 15 minutos para apresentar a sua fala. A previsão é de que tenhamos ao menos 1 hora ou 1h30 para o debate sobre os trabalhos apresentados.

Coordenadores:
Profa. Dra. Janaína Damaceno (UFSCar) djanaina@yahoo.com

Profa. Dra. Janaína Oliveira (IFRJ) oliveira.janaina.p@gmail.com




8. CONTEMPORANEIDADE E CULTURA POPULAR: ATRAVESSAMENTOS - DANÇA, ARTES E EDUCAÇÃO.

O presente GT tem como proposta fomentar a discussão sobre a cultura popular em consonância com o campo das artes e suas linguagens, sobretudo na dança - principal eixo de diálogo - bem como suas implicações, questões e experiências na esfera pedagógica. A partir do contexto contemporâneo, buscamos articular tais atravessamentos compreendidos numa dinâmica híbrida, abarcados de elementos culturais, sociais, artísticos e pedagógicos que estão para além dos que a constroem.

As propostas para comunicação poderão ser apresentadas no formato Comunicação Oral (15 a 20 minutos),    apresentada por meio de slides, banner, vídeo, fotografias ou outro meio de comunicação visual ou audível.

   Coordenadoras: Rosane de Assis Barbosa - Mestre em Ciências Sociais –

  UFRRJ / Professora da Faculdade e Escola de Dança Angel Vianna - RJ  

  Gessica da Silva Justino - UFRJ.   bacharelanda em Dança/UFRJ   

 Tulani Pereira da Silva - Pós-Graduanda em Linguagens Artísticas, 
  Cultura e Educação - IFRJ











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